Selton Mello se destaca em novo “Anaconda” como uma homenagem cômica ao thriller de 1997: O ator brasileiro brilha no filme que estreia nos cinemas brasileiros, trazendo um toque de humor à trama.
Entre a metalinguagem e um orçamento
O diretor Tom Gormican traz sensibilidade para a história
O filme consegue equilibrar comédia e humanidade, aproximando o enredo bobo dos amigos no barco na floresta de uma realidade plausível.
Limitações orçamentárias comprometem qualidade visual
A cobra gigante CGI e o cenário da Amazônia artificial não convencem, revelando as limitações financeiras da produção.
Australian studio não convence como cenário da Amazônia
A escolha do estúdio australiano, embora vantajosa em termos de custos, deixa a desejar na representação da floresta tropical brasileira.
Sem Selton, sem graça
Elenco se esforça, mas filme sofre após sumiço do personagem de Mello
Rudd, Black, Newton e Zahn arrancam risadas, porém sentem a falta do carisma de Selton Mello.
Personagens sofrem com a ausência do criador de cobras
Sem o personagem de Selton Mello, o novo “Anaconda” perde seu brilho, resultando em um filme que deixa a desejar.
O que sabemos até agora
- Selton Mello se destaca trazendo humor ao novo “Anaconda”.
- Limitações orçamentárias comprometem a qualidade visual do filme.
- A ausência do personagem de Mello afeta a dinâmica do elenco.
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