EUA realizam ataques aéreos na Síria após morte de soldados: O secretário de Defesa Pete Hegseth confirmou os ataques nesta sexta-feira (19), seguindo a promessa de Donald Trump de retaliação pela perda de dois militares americanos. Hegseth declarou: “Não se trata do início de uma guerra, mas de uma ação de vingança. Hoje caçamos e eliminamos nossos inimigos, muitos deles, e vamos continuar.”
Ataques aéreos e reações
O Pentágono referiu-se às declarações de Hegseth, enquanto a Casa Branca ainda não se pronunciou oficialmente sobre o ocorrido.
Trump havia prometido anteriormente causar “grandes danos” aos responsáveis pelo ataque às forças americanas na Síria, atribuído ao Estado Islâmico. O incidente resultou na morte de dois soldados dos EUA junto a um intérprete no último sábado (13) em Palmira, durante operações contra o terrorismo.
O presidente destacou que o ataque foi realizado pelo Estado Islâmico, não pelo novo governo sírio, controlado por Ahmed al-Sharaa. No passado, Trump ordenou ataques na Síria em tentativas de eliminar o programa de armas químicas de Bashar al-Assad.
Ações anteriores e atual
Desde o início do mandato, Trump já realizou ao menos três grandes ações militares, incluindo contra rebeldes Houthi no Iêmen, o programa nuclear iraniano e supostos traficantes de drogas no Mar do Caribe e no Oceano Pacífico Oriental. Além disso, os EUA mantêm uma campanha antiterrorismo contra militantes al-Shabab na Somália.
O que sabemos até agora
- Os EUA lançaram ataques aéreos na Síria em resposta à morte de dois soldados americanos.
- Donald Trump prometeu causar “grandes danos” aos responsáveis pelo ataque, atribuído ao Estado Islâmico.
- Os ataques ocorrem após encontro entre o sucessor de Assad, al-Sharaa, e Trump, na Casa Branca.
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