A companhia aérea Azul concluiu oferta pública primária bilionária nos Estados Unidos: levantou R$ 7,44 bilhões para reestruturar seu plano de recuperação judicial, resultando em diluição relevante para acionistas.
No total, mais de 1,44 trilhão de novas ações foram emitidas, com preços baixos por ação para reestruturar o balanço e converter dívida em capital. O aumento de capital elevou o total para R$ 14,57 bilhões.
Principais pontos da reestruturação
- Azul emitiu 723,8 bilhões de ações ordinárias e 723,8 bilhões de ações preferenciais.
- Preço por ação ficou em R$ 0,00013527 para ordinárias e R$ 0,01014509 para preferenciais.
- Capital social passou para R$ 14,57 bilhões, dividido entre ações ordinárias e preferenciais.
Oferta vinculada à reestruturação sob o Chapter 11
Capitalização obrigatória das senior notes, convertidas em ações da companhia, resultou no perdão integral dos juros. A conversão de R$ 7,4 bilhões em dívidas financeiras aliviou o fluxo de caixa da empresa.
Riscos e impactos
A diluição significativa reflete a troca entre risco de insolvência e continuidade operacional. A primeira de duas ofertas públicas previstas pode indicar futuras diluições, mas também reduz drasticamente o risco financeiro extremo da Azul.
O que sabemos até agora
- Azul concluiu oferta pública primária bilionária nos EUA, levantando R$ 7,44 bilhões.
- Mais de 1,44 trilhão de novas ações emitidas a preços baixos para reestruturar balanço e converter dívida em capital.
- Capital social da Azul passou para R$ 14,57 bilhões, com diluição relevante para acionistas e foco na reestruturação sob o Chapter 11.
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