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Celulares: Roubos e furtos mantêm alta no centro pós cracolândia.

transporte & mobilidade: Celulares: Roubos e furtos mantêm alta no centro pós cracolândia.

Fonte: Pexels

Roubos e furtos de celulares na região central de São Paulo seguem em alta, quatro meses após a dispersão dos usuários de drogas da cracolândia.

Distritos policiais mais impactados pela presença de dependentes químicos tiveram 3.468 ocorrências de roubo ou furto de aparelhos entre maio e setembro, um aumento de 7% comparado ao mesmo período de 2024. Os distritos mais afetados são o 3º DP (Campos Elíseos) e o 77º DP (Santa Cecília).

Comparado ao ano passado, a região central registrou aumento de 3% nas ocorrências de roubo e furto de celulares, totalizando 68.989 casos. O governo ampliou a rede de atendimento aos dependentes químicos após a dispersão, que se espalharam por diferentes pontos no centro da cidade.

Redução gradual do fluxo de usuários

A rua dos Protestantes, que era ponto fixo da cracolândia, viu seu fluxo de usuários começar a diminuir em março, após um incêndio atingir um cortiço próximo, considerado um local de distribuição de drogas. Desde então, houve aumento nos furtos na região, com destaque para o 3° DP.

Seis meses após a dispersão, as gestões Tarcísio e Ricardo Nunes divulgaram queda de 22% nos roubos e uma tendência de alta de 2% nos furtos de celulares. Especialistas apontam que essa alta nos furtos se deve à atuação de criminosos especializados nesse tipo de crime, sem associação direta com o cenário da cracolândia.

Atribuição à maior circulação urbana

Para o tenente-coronel Rodrigo Garcia Villardi, a tendência de alta nos furtos e roubos de celulares no centro se explica pelo aumento da circulação de pessoas na região após a dispersão dos usuários de drogas. Parte significativa desses crimes ocorre em locais fechados, como estações de metrô e ônibus.

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