O Brasil viu um aumento de 111% no número de mulheres na Câmara dos Deputados e de 60% no Senado Federal entre 2005 e 2025. Apesar disso, a representatividade feminina no país ainda é considerada insuficiente em comparação com outros países da América Latina.
Análises da União Interparlamentar e da ONU Mulheres revelam que o Brasil caiu para a 133ª posição no ranking mundial de representatividade nas câmaras baixas. Em 2005, o país ocupava a 92ª posição. Atualmente, 18,1% da Câmara e 19,8% do Senado são compostos por mulheres.
O melhor desempenho na América Latina é de Cuba, ocupando o segundo lugar global, seguido por Nicarágua e México. Na contramão, o Brasil está atrás de países como Bolívia, Equador, Argentina e Guiana, que apresentam melhores índices de representatividade feminina.
O que sabemos até agora
- Entre 2005 e 2025, houve aumento no número de mulheres na política brasileira;
- O Brasil ocupa a 133ª posição no ranking de representatividade feminina global;
- Cuba lidera na América Latina, com 55,7% de parlamentares mulheres;
- O país continua abaixo de outros latino-americanos em termos de representatividade feminina.
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