Dólar recua e mercado global demonstra maior apetite por risco
O dólar cai no mercado à vista em meio a um cenário de aumento do apetite por risco global, acompanhando a valorização de moedas emergentes correlacionadas com commodities, como o peso mexicano, peso colombiano e rand sul-africano. A liquidez está reduzida e os ajustes são moderados, mas o otimismo em relação às ações, impulsionado pela inteligência artificial e a expectativa de cortes nas taxas de juros pelo Federal Reserve ao longo de 2026, favorece ativos de risco. O real segue sendo beneficiado pelo carry trade atrativo, após o dólar ter caído mais de 11% em 2025 e também ter se enfraquecido no exterior.
O minério de ferro mostrou resiliência ao longo de 2025, mesmo com a queda do petróleo e do minério nesta sexta-feira, 2, mantendo os preços acima de US$ 100 por tonelada na maior parte do ano. Para janeiro, o mercado aposta em uma pausa do Fed e na manutenção da Selic em 15%, com a expectativa majoritária de início dos cortes apenas em março. Às 9h25 desta sexta, o dólar à vista caía 0,70%, sendo cotado a R$ 5,4510, após atingir a mínima intradia em R$ 5,4480 (-0,75%).
Com Estadão Conteúdo
O que sabemos até agora
- O dólar recua no mercado à vista em um contexto de maior apetite global por risco.
- Moedas emergentes ligadas a commodities, como peso mexicano, peso colombiano e rand sul-africano, registram valorização.
- O real é beneficiado pelo carry trade atrativo após o dólar acumular queda superior a 11% em 2025.
- O minério de ferro demonstrou resiliência ao longo de 2025, com preços acima de US$ 100 por tonelada na maior parte do ano.
- Expectativa de manutenção da Selic em 15% em janeiro, com cortes de juros iniciando possivelmente apenas em março.
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