Ministros do Supremo impõem penas a baderneiros do 8 de Janeiro: Corte condena 371 golpistas a 3,3 mil anos de prisão; parte foge, parte cumpre as sentenças, como Débora, domiciliada após pichar estátua.
Projeto na Capital revisa penas, mas revela imbróglio: texto oscila ao propor anistia e beneficiar diferentes criminosos, gerando polêmica.
Deputados soltam e prendem, Senado ajustará projeto: estuprador ganha liberdade ao homem da cadeira ser preso na Câmara.
Política tumultuada expõe egos inflados no Congresso: ministros previram saída rápida do presidiário e projetos controversos revelam descompasso.
Discussões internas abalam prestígio de Fachin no STF: proposta de código de ética divide magistrados na Suprema Corte.
Juristas antiquados inspiram novo olhar sobre conduta judicial: Campos e Silva reverberam em período de incertezas no cenário jurídico.
Legislação reforça controle estatal após Ato Institucional de 1964: normas limitam interferências judiciais e consolidam autoritarismo.
Conclusão:
- Ministros do STF impõem penas a 371 baderneiros ligados ao 8 de Janeiro.
- Projeto polêmico na Capital gera atritos ao revisar dosimetria das penas.
- Deputados e Senado protagonizam tira e põe presidiário, abalando equilíbrio legislativo.
- Fachin enfrenta oposição ao defender código de ética no Judiciário.
- Juristas do passado ressurgem como espelho para debates sobre a justiça atual.
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