Flávio Bolsonaro pode reeditar guerra de rejeições com Lula se mantiver candidatura ao Planalto em 2026. Políticos e estrategistas avaliam cenário eleitoral similar a 2022. Flávio tenta se posicionar como versão moderada do pai, Jair Bolsonaro.
Pesquisa Genial/Quaest revela Flávio atrás de Lula em intenções de voto no primeiro turno, porém com 60% de rejeição. Lula tem 54%, Tarcísio de Freitas, 47%, Ratinho Júnior, 39%, Ronaldo Caiado, 40%, e Romeu Zema, 35%. Integrantes do PL reconhecem desafio da alta rejeição a Flávio e admitem dificuldades caso se mantenha.
Pesquisa anterior do Datafolha apontava Lula com 44% de rejeição, Flávio com 38% e Tarcísio, 20%. Rejeição ao sobrenome Bolsonaro é empecilho para partidos do centrão apoiarem Flávio. Estratégia de aumentar rejeição a Lula como alternativa para viabilizar candidatura enfrenta desafios.
Professor Beto Vasques aposta em eleição de rejeições decidida por diferença mínima. Desafio para Flávio está em atacar Lula sem aumentar sua própria rejeição. Para Vasques, reeleição de Lula será foco da eleição.
O que sabemos até agora
- Flávio Bolsonaro pode enfrentar guerra de rejeições com Lula em 2026 se mantiver candidatura ao Planalto.
- Alta rejeição de 60% representa obstáculo para viabilidade do senador.
- Estratégia de aumentar rejeição a Lula como saída para Flávio se tornar viável encontra dificuldades.
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