Ano eleitoral está prestes a começar, repleto de prognósticos que muitas vezes não se confirmam.
Desde as primeiras eleições da nova era democrática, previsões surpreendentes têm marcado as disputas presidenciais no Brasil.
Em 1989, por exemplo, poucos poderiam prever que a disputa final seria entre Fernando Collor (PRN) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), superando figuras políticas experientes.
Cinco anos depois, Fernando Henrique Cardoso (PSDB) surpreendeu ao vencer Lula no primeiro turno, após começar a campanha com baixos índices de intenção de votos.
Mesmo em 2002, quando José Serra (PSDB) despontava como favorito, o jogo virou a favor do petista, que venceu com estratégias de Antonio Palocci e Duda Mendonça.
Em meio ao escândalo do mensalão, Lula foi reeleito em 2006 e elegeu Dilma Rousseff (PT) em 2010, que mais tarde também seria reeleita, apesar das dificuldades enfrentadas.
Em 2018, a ascensão da direita com Jair Bolsonaro (PSL) surpreendeu, enquanto o ano começava com apostas em Aécio Neves (PSDB) e sem prever a prisão de Lula em 2022.
O que sabemos até agora
- Previsões na política brasileira frequentemente se mostram equivocadas.
- Candidatos novatos e reviravoltas eleitorais têm marcado a história do país.
- Eventos inesperados e estratégias políticas têm contribuído para mudanças bruscas nos cenários eleitorais.
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