Incêndio criminoso deixa 50 mil sem energia em Berlim: ataque foi reivindicado por grupo de extrema esquerda
No sábado (3), um incêndio criminoso em cabos de uma usina termelétrica no sudoeste de Berlim deixou sem energia cerca de 50 mil residências e comércios na capital alemã. O ato de sabotagem foi reivindicado por um grupo de extrema esquerda, que, em carta, lamentou os transtornos à população, mas defendeu a ação como “ato de legítima defesa” do planeta.
Autoridades autenticaram a mensagem e a divisão de terrorismo da polícia assumiu as investigações. O prefeito de Berlim, Kai Wagner, declarou: “É inaceitável que, mais uma vez, extremistas de esquerda estejam atacando nossa rede elétrica e, com isso, colocando vidas em risco”.
Berlim enfrenta um fim de semana gélido, com termômetros marcando 2°C negativos, mas com sensação de -7°C. Uma grande operação foi montada para garantir suporte aos afetados, incluindo pessoas idosas que moram sozinhas, tônica na Europa.
Pela manhã deste domingo, cerca de 7.000 casas e uma centena de comércios tiveram a energia restabelecida. A previsão pessimista é que o apagão só seja completamente sanado na quinta-feira (8).
O grupo responsável pelo ataque se chama “Vulkangruppe” e tem histórico de ataques a infraestruturas. A última ação foi criticada por autoridades e afetou não apenas residências e estabelecimentos, mas também a telefonia móvel na região.
O que sabemos até agora
- Incêndio criminoso em cabos de usina termelétrica deixa 50 mil sem energia em Berlim.
- Grupo de extrema esquerda reivindica ataque como “legítima defesa” do planeta.
- Operação montada na região para garantir suporte aos afetados, incluindo pessoas idosas.
- Cerca de 7.000 casas tiveram energia restabelecida; previsão é de completa normalização até quinta-feira (8).
- Facção responsável pelo ataque, “Vulkangruppe”, tem histórico de ataques a infraestruturas.
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