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Feminicídios pressionam Lula e Tarcísio por ações eleitorais em 2022

política nacional: Feminicídios pressionam Lula e Tarcísio por ações eleitorais em 2022

Fonte: Pexels

Tragédias marcam início de 2025 com feminicídios em São Paulo: Relatos de violência e morte chocam paulistanos, levando autoridades a considerar medidas emergenciais para combater o crescente número de casos.

Adriana Liporoni, nova chefe da Secretaria de Políticas para a Mulher, enfrenta redução no orçamento para o próximo ano, em meio ao recorde histórico de feminicídios no estado. Parlamentares pressionam governantes para ações efetivas visando à proteção das mulheres e à prevenção da violência.

Feminicídios: um cenário alarmante

Em 2025, o Brasil alcançou o maior índice de feminicídios desde a tipificação do crime, há quase uma década, totalizando 1.492 casos, com uma média de quatro ocorrências diárias. São Paulo registrou o maior número de feminicídios de sua história, com 233 casos entre janeiro e novembro, e um aumento significativo nas queixas de lesão corporal dolosa contra as mulheres.

Pressão por medidas efetivas

Deputadas do PSOL propõem reconhecimento de estado de calamidade pública diante dos feminicídios, visando a destinação de mais recursos para a prevenção desses crimes. Enquanto isso, críticas são dirigidas ao Ministério da Justiça e à Segurança Pública por baixa execução orçamentária no Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios.

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