O mercado de fundos imobiliários oscilou nos dois sentidos durante o pregão de terça-feira (16), mas os ventos positivos dos últimos dias predominaram especialmente no período da tarde e levaram o IFIX à quarta máxima histórica consecutiva.
O HSML11, FII de shopping centers, se destacou entre as principais altas do dia, com valorização de 1,83% e fechamento a R$ 89,67. Já o VRTA11, que atua no segmento de recebíveis imobiliários, subiu 1,45% e encerrou o dia cotado a R$ 78,17.
Na ponta negativa, o BTAL11, detentor de imóveis de logística para uso do agronegócio, registrou a maior queda do dia, de 1,79%, negociado a R$ 80,02. Enquanto o BLMG11, que explora imóveis logísticos, recuou 1,74% e terminou o dia cotado em R$ 33,86.
O MXRF11, com a maior base de investidores do mercado de fundos imobiliários brasileiro, caiu 0,32%, a R$ 9,48, no primeiro dia de negociações de mais de 22 milhões de cotas, convertidas após o fim da 11ª emissão. Já o CPTS11 subiu 0,13%, a R$ 7,53, na véspera de sua distribuição de dividendos de R$ 0,09 por cota. Por fim, o XPML11, que anunciou dividendos de R$ 0,92 por cota pelo 20º mês consecutivo, caiu 0,30%, a R$ 107,13.
Fundos imobiliários oscilam e IFIX sobe no fim do dia
O IFIX emendou sua quarta máxima histórica, fechando a sessão em 3.691,55 pontos, alta de 0,03% em relação ao dia anterior. O pregão foi mais conturbado em comparação aos dias anteriores desta sequência de recordes.
Após subir na abertura, o índice de FIIs caiu e passou a maior parte da manhã em terreno negativo. A cotação voltou a subir, atingindo o pico por volta das 14h30, para depois recuar. No entanto, o IFIX se manteve acima do resultado anterior até o encerramento das negociações, marcando a oitava máxima histórica desde o início do mês.
IFIX — resumo do dia 16/12/2025
- Fechamento: 3.691,55 pontos (+0,03%)
- Mínima: 3.688,65 (-0,04%)
- Máxima: 3.693,37 (+0,08%)
- Acumulado da semana: +0,15%
- Acumulado do mês: +0,85%
- Acumulado do ano: +18,46%
A carteira teórica do IFIX, composta por 112 fundos imobiliários e modificada a cada quatro meses pela B3, leva em consideração fatores como valor patrimonial, regularidade nos dividendos e liquidez das cotas. A atual composição da carteira permanecerá vigente até dezembro.

