O fundo imobiliário KNSC11 encerrou novembro com resultado de R$ 17,2 milhões, abaixo dos R$ 19 milhões do mês anterior. A maior parte do montante veio dos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), que somaram R$ 17,9 milhões, enquanto as despesas do período atingiram R$ 1,7 milhão. Esse desempenho refletiu, sobretudo, a dinâmica dos papéis atrelados à inflação, que voltaram a pressionar os resultados.

Os CRIs vinculados ao IPCA apresentam defasagem de dois meses em sua contabilização. Na prática, o resultado de novembro, distribuído em dezembro, reflete os índices de setembro e outubro. Com inflações de 0,48% e 0,09% nesses meses, o impacto combinado foi mais fraco sobre o caixa do KNSC11, reduzindo o fôlego dos rendimentos.
Embora tenha havido suporte dos ativos indexados ao CDI, o comportamento mais moderado da inflação pesou sobre os números. Para novembro, a prévia indica IPCA de 0,44%, enquanto o Focus projeta 4,43% ao ano para 2025 e 4,18% para 2026. Esse pano de fundo sugere normalização gradual da inflação, com efeito misto sobre o portfólio do fundo.
Distribuição e juros: efeitos sobre os rendimentos do KNSC11
- No lado pós-fixado, os CRIs atrelados ao CDI seguiram favorecidos pelo patamar elevado de juros. O Copom manteve a Selic em 15,00% ao ano no início de novembro, sustentando o carrego das posições.
- Com essa taxa, a expectativa é de manutenção do impacto positivo sobre os 📍 Ver más noticias sobre Investimentos