Regime venezuelano liberta mais 88 opositores de Nicolás Maduro: Decisão ocorre após detenções em protestos pós-eleições de 2024. Este é o segundo movimento de libertação em massa em duas semanas e ocorre em meio à pressão dos EUA sobre o ditador.
“Essas ações fazem parte do processo de revisão abrangente de casos ordenado por Nicolás Maduro”, disse o regime em comunicado. O Comitê pela Liberdade dos Presos Políticos verificou a libertação de pelo menos 55 prisioneiros, com exceção de um, que foram soltos da prisão de Tocorón, no centro da Venezuela.
Entidades estimam que cerca de 900 pessoas ainda estejam detidas no país, incluindo presos antes da eleição. Maduro afirmou que não mantém presos políticos, mas sim políticos presos, e que os detidos buscavam desestabilizar o país.
Os libertados foram presos em meio à crise política desencadeada pela reeleição do ditador em julho de 2024, resultando em protestos que levaram à prisão de cerca de 2.400 pessoas. Mais de 2.000 já foram libertadas, segundo dados oficiais.
As libertações vêm ocorrendo sob pressão dos EUA, que aumentaram sua presença militar no Caribe e realizaram ataques a barcos suspeitos de tráfico de drogas perto da costa venezuelana, além de apreenderem petroleiros venezuelanos.
O que sabemos até agora
- Regime venezuelano libertou mais 88 opositores de Nicolás Maduro.
- Organização estima que cerca de 900 pessoas ainda estejam detidas no país.
- Pressão dos EUA é um dos fatores que influenciaram as recentes libertações.
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