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Mercado aquecido pressiona juros: fiscal em destaque.

Fonte: Pexels

Os dados do mercado de trabalho brasileiro e das contas públicas influenciam as taxas de juros na manhã desta terça-feira, 30, no último pregão de 2025 na B3. Os números, principalmente os de emprego, podem ajustar as apostas sobre o ciclo de queda da Selic. A liquidez nos mercados deve continuar reduzida em semana encurtada devido ao feriado de ano-novo.

Ao mesmo tempo, a alta nos rendimentos dos Treasuries, antes da divulgação da ata do Federal Reserve (Fed), à tarde, também impõe certa cautela. Por lá, os mercados têm hoje sua penúltima sessão do ano. O documento do Fed é relativo à decisão de política monetária de dezembro, quando o banco central dos EUA cortou seus juros básicos pela terceira vez seguida. Espera-se que a autoridade monetária reforce a indicação recente de pausa nas reduções das taxas em janeiro.

Nesta manhã, o Banco Central informou que o resultado primário do setor público foi déficit de R$ 14,420 bilhões em novembro. O resultado superou a mediana negativa de R$ 13,3 bilhões das expectativas e trata-se da pior marca para novembro desde 2023.

O resultado ficou bem abaixo do consenso do mercado e da previsão da XP Investimentos, de -R$ 12,9 bilhões. Segundo o economista da XP Tiago Sbardelotto, a maior parte da diferença deveu-se a restituições de depósitos judiciais feitas pelo Governo Federal. O governo central acumula agora um déficit de R$ 83,2 bilhões em 2025 e de R$ 59,7 bilhões ou -0,47% em proporção do Produto Interno Bruto (PIB) PIB) em 12 meses, cita em nota.

Já taxa de desemprego, divulgada pelo

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