Relator do projeto de lei que reduz penas de condenados da trama golpista, Esperidião Amin assume pauta prioritária dos bolsonaristas no Senado.
Escolhido para o cargo, enfrenta incertezas eleitorais em Santa Catarina, onde pretende disputar a reeleição em 2026. Filiado ao PP, Amin tem relevância nas costuras eleitorais do estado.
A entrada de Carlos Bolsonaro na disputa catarinense embaralhou acordos políticos: racha na direita local com possíveis reflexos na corrida ao governo estadual.
Anunciada renúncia de Carlos ao cargo de vereador no Rio de Janeiro para concorrer ao Senado em SC, onde o bolsonarismo é consolidado. Racha na direita com possibilidade de Carol de Toni migrar para o Novo e disputar o Senado.
Permanência de Carol ou migração para o Novo representam ameaça à reeleição de Amin. Nas eleições de 2022, ambas foram as mais votadas para a Câmara dos Deputados e a Assembleia Legislativa.
PP cogita aliança com União Brasil em 2026, defendendo importância da sigla para a reeleição do governador Jorginho Mello.
Grupo teme possível chapa pura ao Senado com Carlos e Carol, o que poderia forçar aliança entre União Progressista e João Rodrigues. Situação também passa por definições nacionais.
Amin, favorável à anistia completa, evita falar sobre impasse. Estuda relatório que será entregue na CCJ do Senado até 17 de dezembro. Projeto propõe nova regra para somar penas de crimes contra a democracia.
O que sabemos até agora
- Amin assume cargo de relator no Senado de projeto que reduz penas
- Entrada de Carlos Bolsonaro na disputa catarinense causa racha na direita
- Permanência de Carol de Toni na corrida representa ameaça à reeleição de Amin
- Grupo teme chapa pura ao Senado com Carlos e Carol em SC
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