PT e PL tentam polarizar eleição estadual no Rio Grande do Sul com palanques “pró” e “anti-MST” em 2026.
De olho na sucessão do governador Eduardo Leite (PSD), o PT lançou a pré-candidatura ao governo de Edegar Pretto, filho de um dos fundadores do MST. Já a base do ex-presidente Jair Bolsonaro montou chapa liderada por Luciano Zucco, que presidiu a CPI do MST em 2023.
Enquanto isso, Leite enfrenta dificuldades para apresentar um sucessor e planeja apoiar Gabriel Souza (MDB) ao governo, mas aliados de outros partidos também se colocam na disputa.
Confronto nas intenções de voto
Pesquisa divulgada em agosto destacou empate técnico entre Zucco e Juliana Brizola (PDT). Por sua vez, Edegar, indicado pelo PT, aparece com 11%, atrás de Juliana e Zucco, apesar do bom desempenho na eleição de 2022.
Desde 2023, Edegar dirige a Conab e, apesar das preocupações do PT com sua vinculação ao MST, ele destaca diálogo e resultados na gestão.
Chapas definidas
O PT apresentou pré-candidatos ao Senado, e o PL escolheu Ubiratan Sanderson e Marcel Van Hattem para a chapa de Zucco.
Sanderson destaca vantagem da chapa do PL em relação ao PT, pela postura anti-MST, enquanto o atual governador busca fortalecer a candidatura de Souza.
O que sabemos até agora
- PT e PL polarizam eleição com palanques opostos sobre o MST em 2026.
- Leite enfrenta dificuldades para definir sucessor, com aliados de outros partidos na disputa.
- Juliana Brizola desponta nas intenções de voto, enquanto Edegar Pretto é apontado com 11% de preferência.
- PL define Sanderson e Van Hattem como candidatos ao Senado, fortalecendo chapa de Zucco.
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