Falta de água gera críticas em SP; governo evita responsabilizar Sabesp: Em meio a reclamações da população pela falta de água em diversas cidades paulistas e em vários bairros da capital, o governo Tarcísio de Freitas (Republicanos) e a gestão Ricardo Nunes (MDB) evitam responsabilizar a Sabesp, privatizada desde julho de 2024, como fizeram com a Enel.
Governo e Prefeitura de São Paulo justificam diferença de tratamento entre concessionárias de água e luz. Governo estadual aponta diferença nos contratos da Enel e da Sabesp, salientando contrato “rígido e robusto” antes da privatização da companhia de água e saneamento. Prefeitura paulistana destaca maior seca dos últimos anos e ondas de calor recorde como causas da escassez de água na região.
Ministro de Minas e Energia anuncia processo para romper contrato com a Enel em São Paulo após apagão deixar mais de 2 milhões de imóveis sem luz. Gestão Nunes critica Enel por falhas de gestão. Desde 2023, governo estadual critica empresa de energia por falta de energia. Gestão Nunes trava batalha de narrativas com a Enel.
Secretária do Meio Ambiente e Infraestrutura do governo paulista aponta repetidos desrespeitos em contrato da Enel. Sabesp anuncia redução da pressão da água durante período estiagem. Arsesp monitora situação dos municípios atendidos pela Sabesp e cobra providências imediatas em casos de reclamações sobre a empresa.
Sabesp reforça equipes de atendimento e frota de caminhões-pipa para abastecimento emergencial de áreas afetadas pela estiagem. Média diária de notificações de falta d’água na Região Metropolitana de São Paulo é de 0,1% do total de ligações regulares.
O que sabemos até agora
- Governo e Prefeitura de São Paulo evitam responsabilizar Sabesp por falta de água na região.
- Ministro de Minas e Energia anuncia processo para romper contrato com a Enel após apagão em São Paulo.
- Sabesp reforça equipes e frota de caminhões-pipa para garantir abastecimento emergencial em áreas afetadas pela estiagem.
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