Protestos se espalham no Irã e alcançam todas as províncias, Khamenei adota linha dura: Manifestações contra o governo atingem todas as 31 províncias do Irã. Aiatolá Ali Khamenei afirma que Teerã não tolerará cidadãos agindo como mercenários para estrangeiros.
Em discurso, Khamenei aponta o dedo para Donald Trump, presidente dos EUA, que prometeu intervir militarmente no país em caso de mortes na repressão aos protestos. Até o momento, segundo a ONG Iran Humans Rights, foram registradas 45 mortes, além de 2 policiais.
Redes de ativistas afirmam que os protestos já atingiram 300 cidades, com Teerã vivendo sua noite mais agitada desde o início da crise, com carros incendiados e multidões nas ruas.
Ativista iraniana defende pressão de Trump, mas rejeita guerra
Segundo a ativista iraniana Noor, as manifestações não são centralizadas e são convocadas por aplicativos de mensagem. Os protestos iniciaram em 28 de dezembro, motivados pela carestia, inflação de 42,5% ao ano e desvalorização do rial ante o dólar.
Os atos, que antes se concentravam no oeste do país, se espalharam ainda mais entre quinta e sexta-feira. Manifestações isoladas em cidades grandes como Teerã e Isfahan se tornaram movimentos maiores e mais violentos, como o vandalismo criticado por Khamenei.
O que sabemos até agora
- Manifestações contra o governo iraniano se espalham por 300 cidades, atingindo todas as 31 províncias do país.
- Ativista afirma que protestos são convocados por aplicativos de mensagem e não possuem liderança clara.
- Protestos tiveram início devido à carestia, com inflação de 42,5% e desvalorização do rial ante o dólar.
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