O consumo de álcool nas confraternizações de fim de ano e seus impactos à saúde: As festas de fim de ano não trazem apenas brindes e encontros, mas também um aumento discreto e socialmente aceito no consumo de álcool, que pode afetar a saúde metabólica, cerebral, cardiovascular e imunológica.
O álcool, substância psicoativa com efeito sistêmico, interfere em várias funções metabólicas, como o metabolismo de gorduras e o controle da glicemia. Além disso, atua no sistema nervoso central e pode levar ao acúmulo de gordura hepática, aumento de triglicerídeos e resistência à insulina, mesmo em indivíduos saudáveis.
Impactos do álcool no organismo
No cérebro, o álcool prejudica a comunicação entre neurônios, afeta o sono, a memória e a tomada de decisões. Pode resultar em noites mal dormidas, sensação de cansaço e dificuldade de concentração, mesmo em consumidores moderados.
O álcool também aumenta a permeabilidade intestinal, ocasionando a passagem de toxinas para a corrente sanguínea e desencadeando respostas inflamatórias crônicas, associadas ao envelhecimento precoce, piora da imunidade e maior risco de doenças cardiovasculares.
No contexto hormonal, o consumo frequente de álcool impacta a produção e a ação de hormônios essenciais, como cortisol, testosterona, estrogênio e melatonina, resultando em um organismo mais estressado, prejuízos na recuperação e dificuldade em manter massa muscular e composição corporal saudável.
O que sabemos até agora
- O álcool pode afetar negativamente a saúde metabólica, cerebral, cardiovascular e imunológica.
- O consumo moderado de álcool pode ter impactos significativos no organismo a médio e longo prazo.
- Cuidados como reduzir a frequência de consumo, alternar com água e respeitar os sinais do corpo são essenciais para uma celebração consciente e saudável.
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