Líderes da América do Sul reagem de forma díspar ao ataque dos EUA à Venezuela
Os líderes sul-americanos reagiram de maneiras contrastantes ao ataque dos Estados Unidos à Venezuela neste sábado, 3. A captura do presidente Nicolás Maduro gerou divisões políticas na região, com preocupação pela possibilidade de uma intervenção norte-americana e apelos ao diálogo.
Colômbia, Brasil e Uruguai condenaram o ataque e solicitaram ação da ONU para buscar uma solução pacífica, temendo os próximos passos de Donald Trump. Por outro lado, Argentina, Paraguai e Equador celebraram a prisão de Maduro e apostaram na vitória da oposição nas eleições presidenciais de 2024.
Condenações e pedidos de ação da ONU
- Brasil: Lula considerou as ações dos EUA “inaceitáveis” e uma ameaça à paz regional.
- Colômbia: Petro criticou o ataque e ofereceu assistência em caso de refugiados.
Comemorações e pedidos de reconhecimento da vitória da oposição
- Argentina: Milei apoiou a ação americana e reconheceu a vitória da oposição.
- Equador: Noboa prometeu apoio à queda de criminosos narcochavistas.
- Paraguai: Santiago Peña viu a queda de Maduro como positiva, oferecendo colaboração para a mudança do regime.
- Bolívia: O governo apoiou a recuperação da democracia na Venezuela.
Peru:
- Peru: Presidente interino desejou recuperação da ordem interna na Venezuela e apoio aos venezuelanos no país.
Um país em transição, com líderes opostos
No Chile, Boric condenou o ataque e pediu saída pacífica, enquanto Kast celebrou a pris
📍 Ver más noticias sobre Mercado Financeiro

