Tragédias marcam início de 2025 com feminicídios em São Paulo: Relatos de violência e morte chocam paulistanos, levando autoridades a considerar medidas emergenciais para combater o crescente número de casos.
Adriana Liporoni, nova chefe da Secretaria de Políticas para a Mulher, enfrenta redução no orçamento para o próximo ano, em meio ao recorde histórico de feminicídios no estado. Parlamentares pressionam governantes para ações efetivas visando à proteção das mulheres e à prevenção da violência.
Feminicídios: um cenário alarmante
Em 2025, o Brasil alcançou o maior índice de feminicídios desde a tipificação do crime, há quase uma década, totalizando 1.492 casos, com uma média de quatro ocorrências diárias. São Paulo registrou o maior número de feminicídios de sua história, com 233 casos entre janeiro e novembro, e um aumento significativo nas queixas de lesão corporal dolosa contra as mulheres.
Pressão por medidas efetivas
Deputadas do PSOL propõem reconhecimento de estado de calamidade pública diante dos feminicídios, visando a destinação de mais recursos para a prevenção desses crimes. Enquanto isso, críticas são dirigidas ao Ministério da Justiça e à Segurança Pública por baixa execução orçamentária no Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios.
O que sabemos até agora
- Recorde histórico de feminicídios no Brasil em 2025, com média de quatro casos diários.
- São Paulo contabiliza 233 casos de feminicídio e um aumento expressivo de queixas de lesão corporal dolosa contra mulheres.
- Propostas de estado de calamidade pública e maior investimento para prevenção dos feminicídios são debatidas no âmbito político.
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